31.10.07

FILOSOFIA DO SÉCULO XX

O século XX trouxe consigo revoluções que acarretaram uma série de contraditórias alterações na base de conhecimentos e na validade de vários absolutos da própria filosofia. Com a demolição do pensamento clássico de certezas inquestionáveis e com novos problemas sociais, econômicos, científicos, éticos, e lógicos, a filosofia do século XX viu-se obrigada, em várias tentativas, a reformar, preservar, alterar, abolir, os limites previamente concebidos.

Os novos estudos na filosofia da ciência, na filosofia da matemática, e na epistemologia geraram tendências aparentemente antagônicas ao enfoque da consciência e de seus objetos, expressando diferenças profundas entre a filosofia analítica e a continental, ambas tiveram origens em algum lugar no início do século. Avanços na teoria da relatividade, na mecânica quântica e na física nuclear, nas ciências gerativas, incluindo a ciência cognitiva, a cibernética, a genética, e a lingüística gerativa, também, a rica produção literária, e a chegada do cinema como forma de arte, enriqueceram substancialmente a abordagem filosófica.

A amplitude de eventos históricos como as Guerras Mundiais, a Revolução Russa, o quase colapso da democracia parlamentar européia nos anos 30 e 40, o Holocausto, o uso de armas atômicas no Japão Imperial, a persistência da violência colonial, a fundação das Nações Unidas, a elaboração de novas doutrinas de direitos humanos, a Guerra de Vietnam, o fracasso do sentimento revolucionário em 1968, o colapso da União Soviética e a queda do muro de Berlin, a contínua injustiça no desenvolvimento global e da sociedade civil, o ressurgimento do ‘fundamentalismo’ em contextos cristãos, judaicos, Islâmicos, e Hindus, e a aparentemente correta e freqüente atividade do genocídio, pôs em dúvida muitas doutrinas filosóficas sobre a racionalidade humana e criou demandas mais profundas em filosofia moral, política, e da religião.


Philosophical schools

Wikipedia: XX Century

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