31.10.07

FILOSOFIA ANTIGA

A filosofia ocidental surgiu nas cidades gregas da Ásia Menor no século VI A.C., e a primeira escola de pensamento que admitiu ser o universo explicável pela investigação racional foi a dos filósofos-naturais da Escola de Mileto.

Os filósofos pré-socráticos rejeitaram as tradicionais explanações mitológicas para os fenômenos e mistérios da vida e buscaram explicações mais racionais. Quando perguntavam: ‘O que é natureza (physis)’ entendiam “Qual é a substância geradora de todas as coisas?”.
Esses filósofos tentaram definir todas as coisas pela sua substância primeira (arché) da qual o universo teria sido formado e que seria a fonte de toda a vida.

Tales pensou ser a água. Mas como era impossível explicar que algumas coisas (tais como o fogo) procedem deste elemento, Anaximandro escolheu um elemento inobservável e indefinido, o ‘apeiron'.
A natureza indeterminada do apeiron despertou críticas, levando Anaxímenes a definir o ar como elemento primordial, um elemento mais concreto, contudo ainda, elemento sutil. Anaxímenes sustentou que pela evaporação e condensação, o ar pode se transformar em outros elementos tais como o fogo, a água, e a terra.

Outros pensadores e escolas de pensamento apareceram por toda Grécia nos séculos seguintes. Entre os mais importantes destacam-se:

Pitágoras considerou o número como princípio fundamental e essência de todas as coisas. Ele não fazia distinção entre forma, lei, e substância. Considerava o número o elo entre estes elementos, levando-o a descobrir várias relações matemáticas no mundo natural.

Heráclito discordou de Tales, Anaximandro, e Pitágoras sobre a natureza última da substância, Em contraste, propôs que a natureza de tudo é a própria mudança (devir). Para Heráclito tudo está em "fluxo", como exemplificado no seu aforismo famoso "Panta Rhei": "Tudo flui e nada é imutável. Ou Tudo flui e nada é permanente. Ou Todas as coisas estão em movimento e nada permanece imóvel”.
A idéia de logos também lhe é creditada, uma vez que proclama que tudo deriva do logos. Além disso, Heráclito disse "sou como não sou", e "Quem me ouve, não me ouve, mas ao logos que dirá "Tudo é um". Heráclito considerou o argumento da mudança fundamental a qualquer teoria da natureza.

Empédocles foi o primeiro a propor que a matéria é formada por quatro elementos: terra, água, ar e fogo. “E, para explicar a diversidade de formas materiais, postula a existência de um par de forças: amor (philia) e ódio (neikos) responsáveis pela combinação e separação dos elementos...”.

Anaxágoras (a realidade é tão ordenada que só pode ser governadas por uma mente inteligente),

Os Pluralistas e os Atomistas (o mundo é formado por inumeráveis elementos que interagem entre si).

Os Eleátas, Parmênides e Zenão ( Tudo é Um e a mudança é impossível), os Sofistas(tornaram-se conhecidos, talvez injustamente, por considerar a verdade não mais do que opinião e por ensinar a discutir falaciosamente comprovando quaisquer conclusões). Esses movimentos gradualmente se concentraram em Atenas, que se tornara a cidade-estado dominante na Grécia.

Há considerável discussão sobre por que a cultura Ateniense estimulou a filosofia, mas uma teoria popular diz que ele ocorreu porque Atenas teve uma democracia direta. É conhecido dos textos de Platão que muitos sofistas mantiveram escolas de debate, foram membros respeitados da sociedade, e bem pagos pelos seus estudantes. Os oradores influíram na história Ateniense, possivelmente até causando o seu fracasso (Veja a Batalha de Lade).

Outra teoria explica a origem do debate filosófico em Atenas pela presença de mão-de-obra escrava que executava as funções necessárias que teriam consumido o tempo dos cidadãos livres masculinos. Liberados do trabalho nos campos e de outras atividades econômicas manuais puderam participar de reuniões em Atenas e passar longos períodos discutindo filosofia popular. Os estudantes Sofistas deveriam desenvolver a habilidade da oratória para influir na Assembléia Ateniense e para adquirir respeito e fortuna. Conseqüentemente, os objetos e os métodos de debate foram altamente desenvolvidos pelos Sofistas. Pre–Socratic philosophy: Wikipedia

Sócrates
A figura-chave na transformação de filosofia grega em um projeto unificado e permanente (pretensão não alcançada ainda hoje) é Sócrates, que estudou com vários Sofistas.

Diz-se que depois de uma visita ao Oráculo de Delfos ele passou grande parte da sua vida interrogando pessoas em Atenas para refutar a profecia oracular que não havia alguém mais sábio do que Sócrates. Através desses diálogos vivos, ele examinou conceitos comuns, mas críticos que necessitavam de definições claras e concretas, como beleza e verdade, e as virtudes: piedade, sabedoria, temperança, coragem, e justiça. Sócrates, consciente da própria ignorância, percebeu seus próprios erros bem como os erros daqueles que apresentavam ‘conhecimentos’ baseados em preceitos falsos e pouco nítidos ou em meras crenças. Ele não escreveu nada, mas influenciou muitos discípulos, incluindo filhos de proeminentes cidadãos Atenienses (inclusive Platão), que o levaram ao julgamento e execução em 399 antes de Cristo, sob acusação de que sua filosofia e sua dialética corrompiam a juventude, a religiosidade, e a fibra moral da cidade. Teve a chance de se livrar desse destino, mas decidiu permanecer no Atenas e, segundo seus princípios, beber a cicuta.

Método Socrático
Com certeza sua contribuição mais importante para o pensamento ocidental é a sua dialética (respondendo a uma pergunta com outra pergunta) o método da interrogação, conhecido como Método Socrático ou ‘elenchos’, que ele amplamente aplicou ao exame de conceitos morais-chaves como o Bem e a Justiça. Foi primeiramente descrito por Platão nos Diálogos Socráticos. Para resolver um problema você faz uma pergunta e encontrando a resposta você terá uma provável resposta ao seu problema. Isto levou ao surgimento do Método Científico, no qual o primeiro passo diz formular o problema como pergunta. Portanto, Sócrates é habitualmente considerado o pai da filosofia política e da ética ou filosofia moral, e fonte dos principais temas na filosofia Ocidental, em geral. (O método pode ter sido sugerido por Zenão de Elea, mas Sócrates refinou-o e aplicou-o a problemas éticos.)

Neste método, uma série de perguntas é colocada para ajudar uma pessoa ou o grupo de pessoas na determinação de suas crenças subjacentes e da extensão do seu conhecimento. O método Socrático é um método negativo de eliminação de hipóteses, em que as melhores hipóteses são encontradas pela persistente identificação e eliminação daquelas que levam a contradição. Foi projetado para forçar as pessoas a examinarem a validade das suas próprias crenças. De fato, Sócrates uma vez disse, "sei que você não me acreditará, mas a forma mais alta da Excelência Humana é interrogar a si mesmo e aos outros”. Veja o artigo: Socratic method


Platão
O discípulo mais importante de Sócrates foi Platão que fundou a Academia em Atenas e escreveu inúmeros diálogos aplicando o método Socrático de questionamento. Uma das idéias centrais dos diálogos de Platão é a Teoria de Formas, isto é, que a mente é dotada de uma capacidade inata para entender e contemplar conceitos do mais alto nível do 'mundo das idéias', conceitos mais reais, permanentes, e universais do que as meras representações de coisas do mundo sensível, que são simplesmente mutáveis e temporais.

No seu trabalho mais famoso, A República, Platão ataca o sistema democrático, responsabilizando-o pela derrota de Atenas na guerra de Peloponeso - considera a indecisão do povo (que votavam sobre tudo, incluindo a estratégia militar) a razão para a derrota militar. Propôs em substituição uma estrutura de três classes sociais: trabalhadores, militares e filósofos, em ordem crescente de poder (conveniente para ele e seus discípulos, obviamente), valorizando o amplo conhecimento dos filósofos como a razão para um melhor governo da sociedade.

Platão trata da natureza e sua origem no diálogo Timeu. O Timeu propõe que desde que nada "existe ou se transforma" sem uma causa, então a causa do universo deve ser um Demiurgo ou Deus, ao qual se refere como o pai do universo. Usando o mundo eterno e perfeito das "formas" ou das idéias como protótipo, o demiurgo aplica-se a criar nosso mundo, que no princípio era o caos. O Timeu descreve este caos como uma falta de homogeneidade ou equilíbrio, em que os quatro elementos (terra, ar, fogo e água), amorfos e misturados estavam em caótico movimento. O ato essencial do criador é impor ordem e consistência este caos e anarquia...
O Timeu de Platão questiona a criação dos quatro elementos (terra, água, ar, e fogo) que o pensamento dos antigos gregos supunha ter produzido o universo. ... O Timeu de Platão postula a existência de um quinto elemento (que corresponde ao quinto sólido platônico, o dodecaedro) chamado quintessência, do qual o próprio cosmos é derivado. O Timeu discute também a teoria da música: por exemplo, a construção da escala pitagórica. A última parte do diálogo dirige-se à criação dos seres humanos, incluindo a alma, a anatomia, a percepção, e a transmigração da alma. Wikipedia: Platão

Aristóteles
O discípulo mais importante de Platão foi Aristóteles, provavelmente o primeiro filósofo a criar realmente um sistema filosófico. A lógica aristotélica foi o primeiro tipo de lógica que tentou categorizar cada silogismo válido.

Aristóteles define filosofia em termos de essência, declara que filosofia é "a ciência da essência universal". Platão define filosofia como "ciência da idéia", entendendo idéia aquilo que devemos chamar a base incondicional dos fenômenos. Ambos consideram a filosofia preocupada com o universal; Aristóteles, entretanto, encontra o universal nas coisas particulares, chamando-o a essência das coisas, enquanto Platão descobre que o universal existe além das coisas particulares, e lhes é relacionado como seu protótipo ou exemplar.
Para Aristóteles, conseqüentemente, o método filosófico implica 'a subida' do estudo de fenômenos particulares ao conhecimento das essências, enquanto para Platão o método filosófico significa ‘a descida' do conhecimento de idéias universais a uma contemplação de imitações particulares daquelas idéias. Em algum sentido, o método de Aristóteles é indutivo e dedutivo, enquanto o de Platão é essencialmente dedutivo, a partir de princípios a priori.
Na terminologia de Aristóteles, a expressão filosofia natural corresponde aos fenômenos do mundo natural, que incluem: movimento, luz, e as leis da física. Muitos séculos mais tarde estes assuntos transformar-se-iam em base da ciência moderna, estudado através do método científico...
O método de Aristóteles tem como foco a dedução (silogismo). O que é uma dedução? Aristóteles diz: Uma dedução é o discurso onde uma conclusão é alcançada, necessariamente, a partir de determinadas suposições. Cada uma das "suposições" é uma premissa do raciocínio, e o que resulta é a conclusão. A dedução é uma das duas espécies de raciocínio reconhecidas por Aristóteles. A outra é a indução. Ele tem pouco a dizer sobre indução, mas com algum esforço caracteriza ‘indução’ como o "raciocínio que se move do particular ao universal". Entretanto, a indução desempenha papel crucial na teoria do conhecimento científico...
"Indução ou raciocínio indutivo, também chamado de lógica indutiva, é o processo de raciocínio no qual as premissas de um argumento (consideradas verdadeiras) permitem uma generalização (estabelece proposições universais a partir de casos particulares) mas não asseguram suavalidade. É empregada na formulação de leis gerais ou teorias baseadas em observações ‘limitadas’ de padrões repetitivos encontrados no mundo natural".

Ceticismo
O ceticismo filosófico surgiu na antiga filosofia grega. Um de seus primeiros defensores, Pirro deElis (360-275 B.C.), após viajar e estudar na Índia propôs a adoção de um ceticismo “prático”. Posteriormente, na ‘Nova Academia’ Arcesilaus (315-241 B.C.) e Carneades (213-129 B.C.) defenderam concepções mais teóricas, através das quais as idéias de verdade e falsidade absolutas seriam refutadas. Carneades criticou as visões dos Dogmáticos, especialmente dos defensores do Estoicismo, sustentando que a certeza absoluta do conhecimento é impossível.Sextus Empiricus (200 B.C.), a principal autoridade do ceticismo grego, desenvolveu uma nova posição, incorporou elementos do empirismo como base para a elaboração do conhecimento.

Os céticos gregos criticaram os estóicos, acusando-os de dogmatismo. Para os céticos, as formas lógicas dos argumentos eram indefensáveis, porque confiavam em proposições que não poderiam ser consideradas verdadeiras ou falsas, pois dependiam de proposições adicionais. Chamado oargumento da regressão, onde cada proposição depende de outras proposições para manter sua validade. Além disso, os céticos argumentavam que duas proposições não poderiam depender uma da outra, porque isto criaria um argumento circular (p implica q, assim como, q implica p). Para os céticos tal lógica era uma medida inadequada da verdade porque poderia criar tantos problemas quanto os que teria resolvido. A verdade não era, necessariamente inatingível, mas uma idéia que ainda não existe em forma pura. Embora o ceticismo seja acusado de negar a possibilidade da verdade, na realidade parece ter sido, principalmente, uma escola crítica que meramente afirmou que os lógicos não conseguiram descobrir a verdade.

Filosofia Ocidental /Pré-Socráticos e sofistas

Thales (624-546 BC)
Anaximander (610-546 BC)
Anaximenes (585-525 BC)
Pherecydes of Syros (6th century BC)

Pythagoras (582-507 BC)

Xenophanes (570-480 BC)

Heraclitus (535-475 BC)
Parmenides (515-450 BC)
Anaxagoras (500-428 BC)
Zeno of Elea (490-430 BC)
Empedocles (490-430 BC)
Protagoras (481-420 BC)
Antiphon (480-411 BC)
Philolaus (480-405 BC)
Melissus of Samos (470-? BC)
Leucippus (first half of 5th century BC)
Democritus (460-370 BC)
Prodicus (465/450-after 399 BC)
Hippias (middle of the 5th century BC)
Diogenes of Apollonia (460-? BC)
Thrasymachus (459-400 BC)

Filósofos da Grécia clássica

Socrates (469-399 BC)
Euclid of Megara (450-380 BC)
Antisthenes (445-360 BC)
Aristippus (435-356 BC)
Plato (428-347 BC)
Xenophon (429-355 BC)
Speusippus (407-339 BC)
Diogenes of Sinope (400-325 BC)
Xenocrates (396-314 BC)
Aristotle (384-322 BC)
Stilpo (380-300 BC)
Theophrastus (370-288 BC)

Período Helenístico

Pyrrho (365-275 BC)
Epicurus (341-270 BC)
Zeno of Citium (333-263 BC)
Cleanthes (331-232 BC)
Timon (320-230 BC)

Arcesilaus (316-232 BC)
Menippus (3rd century BC)
Archimedes (c. 287-212 BC)
Chrysippus (280-207 BC)
Carneades (214-129 BC)
Kleitomachos (187-109 BC)
Philo of Larissa (160-80 BC)
Posidonius (135-51 BC)
Antiochus of Ascalon (130-68 BC)
Aenesidemus (1st century BC)
Philo of Alexandria (30 BC - 45 AD)
Agrippa (1st century AD)

Escolas do periodo Helenístico

Cynicism
Epicureanism
Hedonism
Eclecticism
Neo-Platonism
Skepticism
Stoicism
Sophism

Filósofos Romanos e da antiguidade clássica

Cicero (106-43 BC)
Lucretius (94-55 BC)
Seneca (4 BC - 65 AD)
Musonius Rufus (30 AD - 100 AD)
Plutarch (45-120 AD)
Epictetus (55-135 AD)
Marcus Aurelius (121-180 AD)
Clement of Alexandria (150-215 AD)
Alcinous (2nd century AD)
Sextus Empiricus (3rd century AD)
Alexander of Aphrodisias (3rd century AD)
Ammonius Saccas (3rd century AD)
Plotinus (205-270 AD)
Porphyry (232-304 AD)
Iamblichus (242-327 AD)
Themistius (317-388 AD)
Augustine of Hippo (354-430 AD)
Proclus (411-485 AD)
Damascius (462-540 AD)
Boethius (472-524 AD)
Simplicius of Cilicia (490-560 AD


FILOSOFIA ORIENTAL

Filosofia Hindu / Filosofia Védica

A filosofia da Índia começa com os Vedas, onde são feitas perguntas relativas às leis da natureza, à origem e posição do homem no universo. No famoso Hino da criação do Rigveda o autor diz:

"De onde toda a criação teve sua origem? Ele, se Ele a formou ou se Ele não a formou? Ele, que observa tudo do mais alto céu, Ele sabe? - ou talvez até Ele não sabe?"

Na visão Védica, a criação é atribuída à autoconsciência do ser primordial (Purusha). Isto leva a investigar quem é o fundamento da diversidade dos fenômenos empíricos e origem de todas as coisas. A ordem cósmica é denominada rta e a lei causal carma. A natureza (prakriti) possui três qualidades (sattva, rajás, e tamas).

Filosofia Hindu Clássica

Na era clássica essas interrogações foram sistematizadas em seis escolas de filosofia. Algumas perguntas feitas foram:
Qual é a natureza ontológica da consciência?
Como a própria cognição é experienciada?
É a mente (chit) intencional ou não?
A cognição tem a sua própria estrutura?

As Seis escolas da filosofia hindu são:
Nyaya
Vaisheshika
Samkhya
Yoga
Mimamsa (Purva Mimamsa)
Vedanta (Uttara Mimamsa)

Veja também:Indian philosophy, Hindu philosophy and Hinduism (section Hindu philosophy: the six Vedic schools of thought)

Some ancient philosophers:

Asanga (c. 300), exponent of the Yogacara
Bhartrihari (c 450–510 AD), early figure in Indic linguistic theory
Bodhidharma (c. 440–528 AD), founder of the Zen school of Buddhism
Chanakya (c.350 - c.275 BC) , author of Arthashastra, professor (acharya) of political science at the Takshashila University
Dignāga (c. 500), one of the founders of Buddhist school of Indian logic.
Gautama Buddha (563 BC - 483 BC), founder of Buddhist school of thought
Gotama (c. 2nd–3rd century AD), wrote the Nyaya Sutras, considered to be the foundation of the Nyaya school.
Kanada (c. 600 BC), founded the philosophical school of Vaisheshika, gave theory of atomism
Jaimini, author of Purva Mimamsa Sutras
Kapila (c. 500 BC), proponent of the Samkhya system of philosophy
Nagarjuna (c. 150 - 250 AD), the founder of the Madhyamaka (Middle Path) school of Mahāyāna Buddhism.
Panini (520–460 BC), grammarian, author of Ashtadhyayi
Patañjali (between 200 BC and 400 AD), developed the philosophy of Raja Yoga in his Yoga Sutras.
Pingala (c. 500 BC), author of the Chandas shastra
Syntipas (c. 100 BC), author of The Story of the Seven Wise Masters.
Tiruvalluvar (between 100 BC and 300 AD), author of Thirukkural, one of the greatest ethical works in Tamil language
Vasubandhu (c. 300 AD), one of the main founders of the Indian Yogacara school.
Vyasa, author of several important works in Hindu philosophy
Yajnavalkya (c. 800 BC), linked to philosophical teachings of the Brhadaranyaka Upanishad, and the apophatic teaching of 'neti neti' etc.
Ancient Philosophy: wikipedia

Filosofia Iraniana Antiga

A filosofia iraniana ou a filosofia persa pode ser associada às antigas tradições filosóficas iranianas, fundamentada em raízes indo-iranianas, consideravelmente influenciadas pelas concepções deZaratustra. Ao longo da história iraniana e devido a notáveis modificações políticas e sociais como as invasões da Macedônia, a Árabe e a Mongol na Pérsia, um amplo espectro de escolas de pensamento desenvolveram várias visões traduzidas em perguntas filosóficas que se estendem de antigo iraniano e tradições principalmente relacionadas ao Zoroastrianismo à escolas que apareceram posteriormente na era pré-islâmica como o Maniqueísmo e Mazdakismo, bem como várias escolas pós-islâmicas. A Filosofia iraniana depois da invasão árabe é caracterizada por interações diferentes com a antiga filosofia iraniana, a filosofia grega e com o desenvolvimento dafilosofia Islâmica. A Escola de Iluminação e a Filosofia Transcendente são consideradas as duas das principais tradições filosóficas daquela era na Pérsia.

Embora existam relações antigas entre os Vedas indianos e o iraniano Avesta, as duas famílias principais das tradições filosóficas indo-iranianas foram caracterizadas por diferenças fundamentais sobre a posição do ser humano na sociedade e a sua visão do papel do homem no universo. A primeira carta de direitos humanos por Ciro o Grande é largamente vista como uma reflexão sobre perguntas e pensamentos expressos por Zaratustra desenvolvidos nas escolas de pensamento do Zoroastrianismo.

Zarathustra
Avesta
Gathas
Mazdakism
Manichaeism
Iranian philosophy
and Zoroastrianism

Filosofia Chinesa

A filosofia influenciou significativamente a civilização chinesa e, também, toda a Ásia oriental. Muitas das grandes escolas filosóficas chinesas foram desenvolvidas durante o Período da Primavera e do Outono e no Período de Guerra, e tornaram-se conhecidas como as Cem Escolas de Pensamento. As quatro mais influentes foram o Confucionismo, o Taoísmo, o Mohism, e oLegalismo. Mais tarde, durante a Dinastia Tang, o budismo vindo da Índia tornou-se um respeitável sistema filosófico e religioso. (É importante notar que no pensamento oriental, ao contrário da filosofia Ocidental, não há uma clara distinção entre filosofia e religião.)

A filosofia chinesa, assim como a filosofia Ocidental, envolve uma ampla e complexa extensão do pensamento, possuindo uma infinidade de escolas que se ocupam de cada área específica da filosofia.
Veja também: Yin-Yang, Qi, Tao, Li, I Ching

Tópicos relacionados: Korean philosophy, Bushido, Zen, The Art of War, Asian Values

Taoism and Confucianism
Chinese philosophy
Confucianism
Taoism,
Legalism
Buddhist philosophy
Eastern philosophy
Chinese philosophy

Filosofia Islâmica

A filosofia islâmica como ramo dos estudos islâmicos, é uma antiga tentativa de conciliar filosofia(razão) e a religião do islã ().
A filosofia islâmica pode ser definida de diversas formas, representa um estilo de filosofia característico da cultura islâmica. Esta descrição não sugere que está necessariamente relacionada com formulações religiosas, nem mesmo que é exclusivamente produzida por muçulmanos.
As principais fontes da filosofia islâmica clássica são: a própria religião do islã (especialmente idéias derivadas e interpretadas do Alcorão), a filosofia grega que os muçulmanos herdaram em conseqüência de conquistas quando a Alexandria, a Síria e Jundishapur se submeteram às regras muçulmanas, juntamente com a filosofia pré-Islâmica do Irã e da Índia. Muitos dos debates filosóficos centraram-se em torno da reconciliação entre religião e razão.
No primitivo pensamento islâmico duas correntes principais podem ser distinguidas: a primeira é o Kalam, que trata principalmente das perguntas teológicas, e a segunda é o Falsafa, que foi fundamentado no pensamento grego.

Veja o artigo: Islamic philosophy

Jewish philosophy
See article Jewish philosophy

African philosophy
See article African philosophy

Links
Wikipedia: História da Filosofia
Eastern philosophy
Western philosophy

Ancient philosophy
History of Western philosophy
Philosophy


2 comentários:

♥Lele disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anônimo disse...

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